Não, não eram teus olhos, que eles estavam cerrados
e embriagados
de misterioso vinho;
nem eram tuas mãos, que elas tateavam
tontas de carinho;
nem era a tua vontade, que havias perdido de ti mesma,
e não encontrarias o caminho....
Eram teus lábios sim, e a tua voz que ainda lutava
com ternura,
num débil balbucio sem alento: